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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Psiquiatra explica quando o medo da violência se transforma em Transtorno de Ansiedade
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Condenado por chefiar tráfico no Rio, Polegar é preso no Paraguai
19/10/2011 12h14
- Atualizado em
19/10/2011 12h35
Condenado por chefiar tráfico no Rio, Polegar é preso no Paraguai
Polegar apontado como chefe do tráfico de drogas no Morro da Mangueira.
Ele fugiu do Conjunto de Favelas do Alemão durante a ocupação.
Do RJTV

Polegar é considerado um dos quatro mais importantes chefes do tráfico do RJ que estava foragido. O acusado estava no Conjunto de Favelas do Alemão durante operação de retomada do morro, em dezembro de 2010, mas fugiu.
Condenado a 22 anos por tráfico e associação para o tráfico, Polegar obteve o benefício para o regime aberto após cumprir um sexto da pena na Casa do Albergado Crispim Ventino, em Benfica, na Zona Norte da cidade. Ele deixou o presídio no dia 14 de setembro de 2009 pela porta da frente e não voltou mais.
A prisão foi feita pela Polícia Federal. Ele estava comprando um carro de luxo na fronteira do Paraguai, na cidade Pedro Juan Caballero, quando foi capturado.
Recompensa
O Disque-Denúncia oferecia R$ 2 mil de recompensa por informações que ajudassem a prender Polegar. Segundo o Disque-Denúncia, Polegar comandou, em 2001, um ataque à Polinter que resultou na fuga de 14 presos.
Ainda de acordo com o Disque-Denúncia, após a fuga da prisão, ele se refugiou no Alemão, onde recebeu vários pontos de drogas para comandar. Polegar foi denunciado pelo Ministério Público do Rio pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
A denúncia relata a forma com que Polegar agiu, a partir de 2003, para ocultar da Justiça o lucro obtido por ele como chefe do tráfico no Morro da Mangueira. O Disque-Denúncia informa que Polegar foi condenado à prisão por quatro varas criminais por crimes cometidos entre 1994 e 2002.
A Justiça decretou a indisponibilidade de cinco imóveis do traficante, inclusive o tríplex na cidade de Cabo Frio, na Região dos Lagos. Corretores da região avaliaram o imóvel, que tem três suítes decoradas e salão, em cerca de R$ 400 mil. Os outros imóveis do traficante foram localizados no Leblon, na Zona Sul do Rio, na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá, na Zona Oeste, e em Niterói, na Região Metropolitana da cidade.
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Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia
By: Fernando José
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Habitação pesa mais, e inflação em SP acelera, diz Fipe Preços do grupo habitação subiram de 0,28% para 0,43%. Já o grupo de transportes apresentou baixa de preços na 2ª prévia do mês.
A inflação na cidade de São Paulo, medida pelo Índice de Preços ao
Consumidor (IPC), acelerou de 0,23%, na primeira semana de outubro,
para 0,27% na segunda apuração. Em relação ao mesmo período do mês
anterior, também houve aceleração da taxa de variação. Os números foram
divulgados nesta terça-feira (18) pela Fundação Instituto de Pesquisas
Econômicas (Fipe).
Os preços do grupo habitação subiram de 0,28% para 0,43%, sendo o item que mais contribuiu para a inflação. No grupo alimentação, os preços também registraram elevação para 0,46%, de 0,39% na pesquisa anterior.
Já o grupo transportes teve novo recuo, com deflação de 0,05% nesta prévia, ante deflação de 0,01% na anterior. No grupo despesas pessoais, os preços seguiram em alta: passaram de 0,31% na primeira prévia de outubro para 0,51% no atual levantamento.
O grupo saúde apresentou baixa: saiu de 0,51% na primeira prévia para 0,31% na segunda quadrissemana de outubro. Em vestuário, os preços seguiram em forte desaceleração. Saltaram de uma deflação de 0,29% na prévia anterior para uma deflação de 0,75% no segundo levantamento do mês - foi ainda o item que, na variação ponderada, menos contribuiu para o IPC. Em educação, os preços ficaram praticamente estáveis: saíram de uma deflação de 0,02% na primeira leitura de outubro para índice 0% nesta segunda prévia.
* Com informações da Agência Estado
Os preços do grupo habitação subiram de 0,28% para 0,43%, sendo o item que mais contribuiu para a inflação. No grupo alimentação, os preços também registraram elevação para 0,46%, de 0,39% na pesquisa anterior.
Já o grupo transportes teve novo recuo, com deflação de 0,05% nesta prévia, ante deflação de 0,01% na anterior. No grupo despesas pessoais, os preços seguiram em alta: passaram de 0,31% na primeira prévia de outubro para 0,51% no atual levantamento.
O grupo saúde apresentou baixa: saiu de 0,51% na primeira prévia para 0,31% na segunda quadrissemana de outubro. Em vestuário, os preços seguiram em forte desaceleração. Saltaram de uma deflação de 0,29% na prévia anterior para uma deflação de 0,75% no segundo levantamento do mês - foi ainda o item que, na variação ponderada, menos contribuiu para o IPC. Em educação, os preços ficaram praticamente estáveis: saíram de uma deflação de 0,02% na primeira leitura de outubro para índice 0% nesta segunda prévia.
* Com informações da Agência Estado
Inflação anual no Reino Unido é a maior em 3 anos Taxa subiu 0,7%, ficando em 5,2% na comparação anual. Alta de preços de transporte aéreo, gás e energia pesou no resultado.
A inflação subiu 0,7% em setembro no Reino Unido
e chegou a 5,2% em ritmo anual, um recorde em três anos, em
consequência essencialmente dos aumentos nos preços da energia, segundo
dados do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS) divulgados nesta
terça-feira.
Com a alta, superior à projetada pelos analistas, a inflação britânica iguala o recorde histórico estabelecido em setembro de 2008.
Em ritmo mensal, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,6% em setembro, de acordo com o ONS.
O resultado foi provocado principalmente pela alta dos preços do gás e da energia elétrica, que subiram 13% e 7,5%, respectivamente.
Também foram registradas altas nos preços do transporte aéreo e das comunicações.
"É uma notícia muito desagradável e intensifica as sérias restrições atuais no poder aquisitivo dos consumidores", afirmou Howard Archer, economista da IHS Global Insight, que recordou que os últimos dados sobre a média dos salários anuais mostram um aumento de apenas 1,6% em agosto.
Além disso, o novo dado aumentará a fatura para o governo, pois a taxa de inflação de setembro é a que serve para determinar o valor dos pagamentos sociais, como as pensões e o seguro-desemprego, a partir de abril do próximo ano.
Com a alta, superior à projetada pelos analistas, a inflação britânica iguala o recorde histórico estabelecido em setembro de 2008.
Em ritmo mensal, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,6% em setembro, de acordo com o ONS.
O resultado foi provocado principalmente pela alta dos preços do gás e da energia elétrica, que subiram 13% e 7,5%, respectivamente.
Também foram registradas altas nos preços do transporte aéreo e das comunicações.
"É uma notícia muito desagradável e intensifica as sérias restrições atuais no poder aquisitivo dos consumidores", afirmou Howard Archer, economista da IHS Global Insight, que recordou que os últimos dados sobre a média dos salários anuais mostram um aumento de apenas 1,6% em agosto.
Além disso, o novo dado aumentará a fatura para o governo, pois a taxa de inflação de setembro é a que serve para determinar o valor dos pagamentos sociais, como as pensões e o seguro-desemprego, a partir de abril do próximo ano.
Bancos reabrem nesta terça-feira na maioria das cidades do país Funcionários da Caixa rejeitaram proposta em Florianópolis e Porto Alegre. Bancários do Banrisul, Banco da Amazônia e BNB continuam paralisados.
Os bancários retornam nesta terça-feira (18) ao trabalho na maioria das
cidades do país. Segundo o Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro (Contraf-CUT), a maioria dos sindicatos de bancários aprovou
na noite de segunda-feira (17) a proposta apresentada pela Federação
Nacional dos Bancos (Fenaban), bem como as específicas do Banco do
Brasil e da Caixa Econômica Federal.
Bancários de SP aceitaram nesta segunda a proposta da Fenaban (Foto: Anderson Barbosa/Agência Estado)
Segundo a Contraf, os bancários decidiram pelo fim da greve em
cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro,
Curitiba, Salvador, Campinas, Uberaba, Londrina, Criciúma, Blumenau,
Teresópolis, Vitória da Conquista e Dourados, Campina Grande, entre
outras.
Nas cidades de Florianópolis, Porto Alegre e Chapecó (SC), os funcionários da Caixa rejeitaram a proposta. Em Porto Alegre, uma nov aassembleia dos funcionários do Banco do Brasil começou nesta amanhã e ainda ocorria por volta das 10h55 desta terça. A expectativa, segundo o diretor de finanças do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Paulo Stekel, é de que os bancários também decidam pelo fim da greve.
Os funcionários do Banrisul, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste do Brasil (BNB) continuam paralisados, cobrando avanços nas negociações específicas.
Segundo a Contraf, só nesta terça-feira será divulgado um balanço geral do fim da greve. Os resultados já anunciados pelo país podem ser acompanhados no site da Contraf-CUT.
A greve começou no dia 27 de setembro e chegou a paralisar 9.254 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal.
Funcionários retiram adesivos colocados nas portas e paredes de agência em SP (Foto: FuturaPress)
Reajuste de 9%
O acordo entre a Fenaban e os representantes do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ocorreu na noite de sexta-feira (14). A proposta prevê 9% de reajuste sobre salários, retroativos a 1º de setembro, e 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400 para a função de escriturário.
Ficou acertado também melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
"Foi possível arrancar conquistas importantes, como aumento real pelo oitavo ano consecutivo, valorização do piso, maior participação nos lucros e avanços nas condições de trabalho e segurança", avaliou, em comunicado Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Derrotamos a visão equivocada de que salário gera inflação", acrescentou.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado.
Os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, por tempo indeterminado, após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida no dia 23. A proposta patronal contemplava reajuste de 8% sobre os salários, o que representava aumento real de 0,56%, segundo a Contraf. A reivindicação inicial da categoria era de 12,8% de reajuste, sendo 5% de aumento real.
Na quinta-feira, 9.254 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados em todo o país, segundo balanço da Contraf. O número equivale a 46,1% dos 20.073 estabelecimentos do país.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia
By:
Fernando josé
Bancários de SP aceitaram nesta segunda a proposta da Fenaban (Foto: Anderson Barbosa/Agência Estado)Nas cidades de Florianópolis, Porto Alegre e Chapecó (SC), os funcionários da Caixa rejeitaram a proposta. Em Porto Alegre, uma nov aassembleia dos funcionários do Banco do Brasil começou nesta amanhã e ainda ocorria por volta das 10h55 desta terça. A expectativa, segundo o diretor de finanças do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Paulo Stekel, é de que os bancários também decidam pelo fim da greve.
Os funcionários do Banrisul, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste do Brasil (BNB) continuam paralisados, cobrando avanços nas negociações específicas.
Segundo a Contraf, só nesta terça-feira será divulgado um balanço geral do fim da greve. Os resultados já anunciados pelo país podem ser acompanhados no site da Contraf-CUT.
A greve começou no dia 27 de setembro e chegou a paralisar 9.254 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal.
Funcionários retiram adesivos colocados nas portas e paredes de agência em SP (Foto: FuturaPress)O acordo entre a Fenaban e os representantes do Comando Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) ocorreu na noite de sexta-feira (14). A proposta prevê 9% de reajuste sobre salários, retroativos a 1º de setembro, e 12% de reajuste no piso da categoria, que passa de R$ 1.250 para R$ 1.400 para a função de escriturário.
Ficou acertado também melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
"Foi possível arrancar conquistas importantes, como aumento real pelo oitavo ano consecutivo, valorização do piso, maior participação nos lucros e avanços nas condições de trabalho e segurança", avaliou, em comunicado Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Derrotamos a visão equivocada de que salário gera inflação", acrescentou.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado.
saiba mais
HistóricoOs bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, por tempo indeterminado, após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida no dia 23. A proposta patronal contemplava reajuste de 8% sobre os salários, o que representava aumento real de 0,56%, segundo a Contraf. A reivindicação inicial da categoria era de 12,8% de reajuste, sendo 5% de aumento real.
Na quinta-feira, 9.254 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados em todo o país, segundo balanço da Contraf. O número equivale a 46,1% dos 20.073 estabelecimentos do país.
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia
By:
Fernando josé
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Famílias mantêm tradição de presentear jovens no Dia das Crianças Aos 22 anos, jovem ainda é presenteada anualmente pelos pais na data. Natasha Neves, de 14, acredita que será o último ano com comemoração. Patrícia Kappen Do G1 RJ Acostumado com a data e com a alegria de ganhar um presente temporão antes do Natal, quem já passou da infância para a adolescência se aproxima também do momento em que o Dia das Crianças deixará de ser comemorado. Algumas família, porém, fazem questão de manter essa tradição e estender o hábito de presentear os filhos. É o caso da família Campbell. João, de 14 anos, é um menino esperto. Não espera o presente no Dia das Crianças, mas gosta quando recebe um – fato que acontece todos os anos desde que nasceu. “Presente é sempre bom, então vamos aproveitar enquanto a mãe ainda dá. Se ela quiser dar, ela dá, mas eu não fico esperando”, disse ele, que este ano pediu um videogame para a mãe. João ganhou de presente uma luneta em 2010 de Dia das Crianças (Foto: Arquivo Pessoal/Márcia Campbell)João ganhou de presente em 2010 uma luneta no Dia das Crianças (Foto: Arquivo Pessoal/Márcia Campbell) O presente sofisticado foi de cara vetado por Márcia, por custar muito caro. “Não vai ganhar, isso é para o Natal”, argumentou, limitando o preço do presente para entre R$ 100 e R$ 200. Ela tem ainda outra filha que também é presenteada todo ano no Dia das Crianças, apesar da idade: 22 anos. Eles gostam, eles cobram. É uma coisa minha, uma forma de agradar, mimar. Eles merecem. Eu só dou presentes em datas especiais" Márcia Campbell, mãe de dois filhos “Eles gostam, eles cobram. É uma coisa minha, uma forma de agradar, mimar. Eles merecem. Eu só dou presentes em datas especiais”, disse a funcionária pública. No ano passado, João ganhou uma luneta, que ainda é usada pelo menino. Quem também aproveita a data para pedir um mimo a mais é a estudante Clara Lopes. A menina de 14 anos pediu este ano um CD de uma cantora que ela gosta, e acha que será atendida. Mas a regalia tem data para acabar: “Acho que só vou ganhar até ter 15 anos”, afirmou, que ainda não sabe o que pedir para o próximo ano – último como “criança”. Mas para a mãe de Clara, o fim do Dia das Crianças não é tão certo assim. "Não pensei nisso, não sei até quando vou dar presente nesse dia. Dou presente independentemente da data, se estiver no orçamento, de vez em quando dou um CD ou um livro", disse a fisioterapeuta Fátima Lopes. Presente comprado Adolescente é presenteada no Dia das Crianças (Foto: Arquivo pessoal)Adolescente é presenteada no Dia das Crianças (Foto: Arquivo pessoal) Tiane Neves se antecipou à data e garantiu o presente da filha Natasha, também de 14 anos. A capa para iPod foi comprada com antecedência. "Ela estava precisando de uma, então comprei e guardei para dar no Dia das Crianças", disse. A analista de sistemas não sabe por quanto tempo ainda vai presentear a filha mais velha - ela ainda tem outro filho, de 7 anos. "Não pensei no assunto ainda. Mas não é por causa dele que ela ainda ganha", argumentou. Natasha é pessimista: acredita que este será o último ano que receberá presente. "Ano que vem já vou ter 15 anos. Aí fica feio, mas não vou achar ruim se ela quiser continuar me dando", disse. Natasha afirma que não escolhe presente, mas às vezes pode dar umas dicas quanto ao que quer ganhar de presente. tópicos: * Rio de Janeiro Links Patrocinados * Brindes Personalizados ? Pen Drive, Canetas, Caneca Térmica A maior variedade e qualidade do www.asturiabrindes.com.br * * * * * * * * Link Seu nome Seu e-mail Enviar para Comentário 140 caracteres Verificação de segurança Atualizar imagem Digite os caracteres ao lado para enviar Seu Nome Seu E-mail Cidade onde reside UF Gênero M F Assunto Mensagem atualizar imagem Digite as palavras ao lado para enviar sua matéria enviar mensagem Seu voto foi efetuado com sucesso 2 comentários 600 Publicar no:facebooktwitter Digite as palavras ao lado: Atualizar imagem Enviar trocar nenhumafacebooktwitter * Mais recentes * Mais antigos * Denunciar Tem certeza que quer denunciar? SimNão Denunciar Caroline Dayra Gostaria de dizer à Patricia Kappen que em uma certa frase ela escreveu errado, ela escreveu: ALGUMAS FAMILIA, ... Espero que preste mais atenção. Beijos Caroline. ontem * Denunciar Tem certeza que quer denunciar? SimNão Denunciar Felipe MonteiroContagem, MG Qual e o problema nisso ontem publicidade Dia das Crianças 2011 Anterior
Famílias mantêm tradição de presentear jovens no Dia das Crianças
Aos 22 anos, jovem ainda é presenteada anualmente pelos pais na data.
Natasha Neves, de 14, acredita que será o último ano com comemoração.
Patrícia Kappen
Do G1 RJ
Acostumado com a data e com a alegria de ganhar um presente temporão
antes do Natal, quem já passou da infância para a adolescência se
aproxima também do momento em que o Dia das Crianças
deixará de ser comemorado. Algumas família, porém, fazem questão de
manter essa tradição e estender o hábito de presentear os filhos.
É o caso da família Campbell. João, de 14 anos, é um menino esperto. Não espera o presente no Dia das Crianças, mas gosta quando recebe um – fato que acontece todos os anos desde que nasceu. “Presente é sempre bom, então vamos aproveitar enquanto a mãe ainda dá. Se ela quiser dar, ela dá, mas eu não fico esperando”, disse ele, que este ano pediu um videogame para a mãe.
João ganhou de presente em 2010 uma luneta no Dia das Crianças (Foto: Arquivo Pessoal/Márcia Campbell)
O presente sofisticado foi de cara vetado por Márcia, por custar
muito caro. “Não vai ganhar, isso é para o Natal”, argumentou,
limitando o preço do presente para entre R$ 100 e R$ 200. Ela tem ainda
outra filha que também é presenteada todo ano no Dia das Crianças,
apesar da idade: 22 anos.
“Eles gostam, eles cobram. É uma coisa minha, uma forma de agradar,
mimar. Eles merecem. Eu só dou presentes em datas especiais”, disse a
funcionária pública.
No ano passado, João ganhou uma luneta, que ainda é usada pelo menino.
Quem também aproveita a data para pedir um mimo a mais é a estudante Clara Lopes. A menina de 14 anos pediu este ano um CD de uma cantora que ela gosta, e acha que será atendida. Mas a regalia tem data para acabar: “Acho que só vou ganhar até ter 15 anos”, afirmou, que ainda não sabe o que pedir para o próximo ano – último como “criança”.
Mas para a mãe de Clara, o fim do Dia das Crianças não é tão certo assim. "Não pensei nisso, não sei até quando vou dar presente nesse dia. Dou presente independentemente da data, se estiver no orçamento, de vez em quando dou um CD ou um livro", disse a fisioterapeuta Fátima Lopes.
Presente comprado
Adolescente é presenteada no Dia das Crianças
(Foto: Arquivo pessoal)
Tiane Neves se antecipou à data e garantiu o presente da filha
Natasha, também de 14 anos. A capa para iPod foi comprada com
antecedência. "Ela estava precisando de uma, então comprei e guardei
para dar no Dia das Crianças", disse.
A analista de sistemas não sabe por quanto tempo ainda vai presentear a filha mais velha - ela ainda tem outro filho, de 7 anos. "Não pensei no assunto ainda. Mas não é por causa dele que ela ainda ganha", argumentou.
Natasha é pessimista: acredita que este será o último ano que receberá presente. "Ano que vem já vou ter 15 anos. Aí fica feio, mas não vou achar ruim se ela quiser continuar me dando", disse. Natasha afirma que não escolhe presente, mas às vezes pode dar umas dicas quanto ao que quer ganhar de presente.
É o caso da família Campbell. João, de 14 anos, é um menino esperto. Não espera o presente no Dia das Crianças, mas gosta quando recebe um – fato que acontece todos os anos desde que nasceu. “Presente é sempre bom, então vamos aproveitar enquanto a mãe ainda dá. Se ela quiser dar, ela dá, mas eu não fico esperando”, disse ele, que este ano pediu um videogame para a mãe.
João ganhou de presente em 2010 uma luneta no Dia das Crianças (Foto: Arquivo Pessoal/Márcia Campbell)
Eles gostam, eles cobram. É uma coisa minha, uma forma de agradar,
mimar. Eles merecem. Eu só dou presentes em datas especiais"
Márcia Campbell, mãe de dois filhos
No ano passado, João ganhou uma luneta, que ainda é usada pelo menino.
Quem também aproveita a data para pedir um mimo a mais é a estudante Clara Lopes. A menina de 14 anos pediu este ano um CD de uma cantora que ela gosta, e acha que será atendida. Mas a regalia tem data para acabar: “Acho que só vou ganhar até ter 15 anos”, afirmou, que ainda não sabe o que pedir para o próximo ano – último como “criança”.
Mas para a mãe de Clara, o fim do Dia das Crianças não é tão certo assim. "Não pensei nisso, não sei até quando vou dar presente nesse dia. Dou presente independentemente da data, se estiver no orçamento, de vez em quando dou um CD ou um livro", disse a fisioterapeuta Fátima Lopes.
Presente comprado
Adolescente é presenteada no Dia das Crianças(Foto: Arquivo pessoal)
A analista de sistemas não sabe por quanto tempo ainda vai presentear a filha mais velha - ela ainda tem outro filho, de 7 anos. "Não pensei no assunto ainda. Mas não é por causa dele que ela ainda ganha", argumentou.
Natasha é pessimista: acredita que este será o último ano que receberá presente. "Ano que vem já vou ter 15 anos. Aí fica feio, mas não vou achar ruim se ela quiser continuar me dando", disse. Natasha afirma que não escolhe presente, mas às vezes pode dar umas dicas quanto ao que quer ganhar de presente.
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- DenunciarTem certeza que quer denunciar?
Caroline DayraGostaria de dizer à Patricia Kappen que em uma certa frase ela escreveu errado, ela escreveu: ALGUMAS FAMILIA, ... Espero que preste mais atenção. Beijos Caroline.
ontem - DenunciarTem certeza que quer denunciar?
Felipe MonteiroContagem, MGQual e o problema nisso
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