quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Quase 30% dos nascimentos têm mães com mais de 30, diz IBGE Número de gestações em mulheres com menos de 25 anos cai no país. Sub-registro recua de 21,9%, em 2000, para 6,6%, em 2010. Do G1, em SP e MG Tweet Pediatra Cristiane Regina dos Santos de Faria, de 32 anos, com a filha Lara, de um ano e três meses (Foto: Pedro Triginelli/G1 MG)Cristiane Regina de Faria, de 32 anos, e filha Lara, de um ano e 3 meses (Foto: Pedro Triginelli/G1 MG) O percentual de nascimentos entre a população feminina com mais de 30 anos já representa quase 30% do total, revela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (30). saiba mais * Número de divórcios no Brasil é o maior desde 1984, diz IBGE * Recasamentos representam 18,3% das uniões no Brasil, diz IBGE * Homens jovens são os que mais morrem de causas violentas, diz IBGE * Número de mortes não registradas cai no país, diz IBGE Segundo as Estatísticas do Registro Civil 2010, o percentual de registros de nascimentos de mães com 30 anos ou mais subiu de 23,3%, em 2000, para 28,2%, em 2010. No mesmo período, o percentual de registro de mães com idade inferior a 25 anos caiu de 52,5% para 45,9%. De acordo com o IBGE, o declínio das taxas de fecundidade em todos os segmentos etários e o adiamento da maternidade, em especial no caso de mulheres com maior escolaridade, são elementos que explicam as reduções dos nascimentos, principalmente, entre a população feminina de 15 a 19 anos e 20 a 24 anos de idade. A faixa etária de mulheres entre 20 e 24 anos ainda é a que concentra o maior percentual de nascimentos. A participação desse grupo, no entanto, caiu de 30,8%, em 2000, para 27,5%, em 2010. No mesmo período, também foi verificada uma redução na proporção de nascimentos entre a população feminina menor de 20 anos, de 21,7% para 18,4%. Já o percentual de registros de nascimentos de mães com idade entre 30 e 34 anos passou de 14,4%, em 2000, para 17,6%, em 2010. E o de mães entre 35 e 39 anos passou de 6,9% para 8,3% no período. Registros de Nascimento 2010 IBGE (Foto: Arte G1) 'Queria esperar mais tempo para ter minha primeira filha' A pediatra Cristiane Regina dos Santos de Faria, de 32 anos, conta que só decidiu ficar grávida após a defesa de sua tese de mestrado. Ela é casada e tem uma filha, Lara, de um ano e três meses. “Eu queria até esperar mais tempo para ter a minha primeira filha. Meu plano era viajar depois dos estudos. Com a idade, a gente ganha mais maturidade para criar eles. Muitas amigas minhas tiveram filhos no ano passado e depois dos 30. Todas queriam terminar os estudos primeiro”, afirma a pediatra. Sua filha, Lara, tem um ano e três meses. Ainda segundo Cristiane, a gravidez e o parto de cesariana foram muito tranquilos. A pediatra, que mora em Belo Horizonte já tem planos para ter outro filho. “Estar mais velho ajuda a entender que ela precisa de um irmão. Eu não estou nem querendo esperar”, diz. Em Minas Gerais, o volume de registros de nascimentos cujas mães pertenciam ao grupo etário de 30 a 34 anos foi em 2010 superior ao do grupo de mães menores de 20 anos. O mesmo também ocorreu no Espírito Santo e Rio de Janeiro. Nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, as proporções de nascimentos de mães de 25 a 29 anos já são maiores que as observadas no segmento etário anterior (20 a 24 anos), além do volume de nascimentos do grupo de mães de 30 a 34 anos ser maior que o verificado entre as mães adolescentes. Distrito Federal, com 13,1% e São Paulo, com 14,7%, foram as unidades da federação que, em 2010, tiveram as menores proporções de nascimentos cujas mães eram menores de 20 anos de idade. Sub-registro cai de 21,9% para 6,6% na década A pesquisa destaca a queda no percentual de sub-registros (nascimentos não registrados até o primeiro trimestre do ano seguinte), de 21,9% em 2000 para 8,2% em 2009, chegando a 6,6% em 2010. Segundo o levantamento, a quase totalidade dos nascimentos (97,8%) ocorreu em hospitais e apenas 1%, em casa, embora persistam diferenças regionais. Na região Norte, 2,8% dos partos foram realizados no domicílio. Na outra ponta aparece a região Sul, com apenas 0,21% dos partos realizados no domicílio. Entre os estados, as maiores proporções de partos no domicílio ocorreram no Acre (9,6%), Amazonas (7%) e Pará (5,3%). * imprimir * entre em contato * * Compartilhar no Orkut * Compartilhar no Facebook * Compartilhar no Twitter * Enviar para um Amigo * Link Seu nome Seu e-mail Enviar para Comentário 140 caracteres Verificação de segurança Atualizar imagem Digite os caracteres ao lado para enviar Seu Nome Seu E-mail Cidade onde reside UF Gênero M F Assunto Mensagem atualizar imagem Digite as palavras ao lado para enviar sua matéria enviar mensagem Seu voto foi efetuado com sucesso publicidade Brasil

Quase 30% dos nascimentos têm mães com mais de 30, diz IBGE

Número de gestações em mulheres com menos de 25 anos cai no país.
Sub-registro recua de 21,9%, em 2000, para 6,6%, em 2010.

Do G1, em SP e MG
Pediatra Cristiane Regina dos Santos de Faria, de 32 anos, com a filha Lara, de um ano e três meses (Foto: Pedro Triginelli/G1 MG)Cristiane Regina de Faria, de 32 anos, e filha Lara, de um ano e 3 meses (Foto: Pedro Triginelli/G1 MG)
O percentual de nascimentos entre a população feminina com mais de 30 anos já representa quase 30% do total, revela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (30).
Segundo as Estatísticas do Registro Civil 2010, o percentual de registros de nascimentos de mães com 30 anos ou mais subiu de 23,3%, em 2000, para 28,2%, em 2010. No mesmo período, o percentual de registro de mães com idade inferior a 25 anos caiu de 52,5% para 45,9%.
De acordo com o IBGE, o declínio das taxas de fecundidade em todos os segmentos etários e o adiamento da maternidade, em especial no caso de mulheres com maior escolaridade, são elementos que explicam as reduções dos nascimentos, principalmente, entre a população feminina de 15 a 19 anos e 20 a 24 anos de idade.
A faixa etária de mulheres entre 20 e 24 anos ainda é a que concentra o maior percentual de nascimentos. A participação desse grupo, no entanto, caiu de 30,8%, em 2000, para 27,5%, em 2010. No mesmo período, também foi verificada uma redução na proporção de nascimentos entre a população feminina menor de 20 anos, de 21,7% para 18,4%.
Já o percentual de registros de nascimentos de mães com idade entre 30 e 34 anos passou de 14,4%, em 2000, para 17,6%, em 2010. E o de mães entre 35 e 39 anos passou de 6,9% para 8,3% no período.
Registros de Nascimento 2010 IBGE (Foto: Arte G1)
'Queria esperar mais tempo para ter minha primeira filha'
A pediatra Cristiane Regina dos Santos de Faria, de 32 anos, conta que só decidiu ficar grávida após a defesa de sua tese de mestrado. Ela é casada e tem uma filha, Lara, de um ano e três meses.

“Eu queria até esperar mais tempo para ter a minha primeira filha. Meu plano era viajar depois dos estudos. Com a idade, a gente ganha mais maturidade para criar eles. Muitas amigas minhas tiveram filhos no ano passado e depois dos 30. Todas queriam terminar os estudos primeiro”, afirma a pediatra. Sua filha, Lara, tem um ano e três meses.

Ainda segundo Cristiane, a gravidez e o parto de cesariana foram muito tranquilos. A pediatra,  que mora em Belo Horizonte já tem planos para ter outro filho. “Estar mais velho ajuda a entender que ela precisa de um irmão. Eu não estou nem querendo esperar”, diz.

Em Minas Gerais, o volume de registros de nascimentos cujas mães pertenciam ao grupo etário de 30 a 34 anos foi em 2010 superior ao do grupo de mães menores de 20 anos. O mesmo também ocorreu no Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, as proporções de nascimentos de mães de 25 a 29 anos já são maiores que as observadas no segmento etário anterior (20 a 24 anos), além do volume de nascimentos do grupo de mães de 30 a 34 anos ser maior que o verificado entre as mães adolescentes.
Distrito Federal, com 13,1% e São Paulo, com 14,7%, foram as unidades da federação que, em 2010, tiveram as menores proporções de nascimentos cujas mães eram menores de 20 anos de idade.
Sub-registro cai de 21,9% para 6,6% na década
A pesquisa destaca a queda no percentual de sub-registros (nascimentos não registrados até o primeiro trimestre do ano seguinte), de 21,9% em 2000 para 8,2% em 2009, chegando a 6,6% em 2010.

Segundo o levantamento, a quase totalidade dos nascimentos (97,8%) ocorreu em hospitais e apenas 1%, em casa, embora persistam diferenças regionais. Na região Norte, 2,8% dos partos foram realizados no domicílio. Na outra ponta aparece a região Sul, com apenas 0,21% dos partos realizados no domicílio. Entre os estados, as maiores proporções de partos no domicílio ocorreram no Acre (9,6%), Amazonas (7%) e Pará (5,3%).
  • imprimir
  • entre em contato

  • Compartilhar no Orkut
  • Enviar para um Amigo
140 caracteres
Verificação de segurança
Gênero
publicidade

    
 
 
Fonte:http://www.blogger.com/blogger.g?blgld=1313888168200456988#editor/target=
 
By:Fernando José 

Desemprego cai a 10,1% em outubro, aponta Dieese Após 6 meses em relativa estabilidade, taxa de desemprego total diminuiu. Total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões de pessoas. Do G1, com informações da Agência Estado Tweet Comente agora Região Taxa de desemprego (%) Total 10,1 Distrito Federal 12,2 Belo Horizonte 6,0 Fortaleza 8,3 Porto Alegre 7,1 Recife 13,5 Salvador 15,9 São Paulo 9,9 Fonte: Seade/Dieese A taxa média de desemprego ficou em 10,1% em outubro, após registrar 10,6% em setembro, nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30). Segundo a pesquisa, após seis meses em relativa estabilidade, é possível considerar que, em outubro, a taxa de desemprego total diminuiu. No conjunto das sete regiões (Distrito Federal e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), o total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões pessoas, 122 mil a menos em relação no mês anterior. Em setembro (a defasagem é de um mês), no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados variaram 1% e 1,8%, respectivamente, em R$ R$ 1.387 e R$ 1.445. Na análise regional, o salário médio real dos ocupados aumentou em Recife (2,3%, passando a valer R$ 1.025), Belo Horizonte (2,2%, ou R$ 1.391), Fortaleza (1,6%, ou R$ 932), São Paulo (1,0%, ou R$ 1.485), Distrito Federal (0,9%, ou R$ 2.116) e Porto Alegre (0,5%, ou R$ 1.445). Apenas em Salvador foi registrada queda (1,4%, ou R$ 1.001). Região metropolitana de SP Na região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu pelo segundo mês consecutivo em outubro, para 9,9%, sobre taxa de 10,6% em setembro. Em outubro de 2010, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo estava em 10,9%. saiba mais * Desemprego tem leve queda em setembro, diz Dieese O total de desempregados da região foi estimado em 1,066 milhão de pessoas em outubro, 78 mil a menos que em setembro, o que, segundo a pesquisa, resulta da geração de 56 mil ocupações. No período, a taxa de desemprego total caiu no município de São Paulo de 9,8% para 9,3%. Nos demais municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu de 11,7% para 10,6%. Na região do Grande ABC, a taxa registrou o maior recuo, ao variar de 10,0% para 8,7%. Rendimentos sobem Após dez meses consecutivos de redução ou estabilidade, os rendimentos médios reais dos ocupados da região metropolitana de São Paulo registraram alta de 1% em setembro ante agosto, passando a equivaler a R$ 1.485. A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,1% em setembro ante agosto. Já os rendimentos médios dos ocupados em setembro caíram 4,8% ante o observado em setembro do ano passado. A massa de rendimentos diminuiu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado. tópicos: * Dieese, * Seade * * * * * * * * Link Seu nome Seu e-mail Enviar para Comentário 140 caracteres Verificação de segurança Atualizar imagem Digite os caracteres ao lado para enviar Seu Nome Seu E-mail Cidade onde reside UF Gênero M F Assunto Mensagem atualizar imagem Digite as palavras ao lado para enviar sua matéria enviar mensagem Seu voto foi efetuado com sucesso Seja o primeiro a comentar 600 Publicar no:facebooktwitter Digite as palavras ao lado: Atualizar imagem Enviar trocar nenhumafacebooktwitter publicidade Desemprego cai a 10,1% em outubro, aponta Dieese Após 6 meses em relativa estabilidade, taxa de desemprego total diminuiu. Total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões de pessoas. Do G1, com informações da Agência Estado Tweet Comente agora Região Taxa de desemprego (%) Total 10,1 Distrito Federal 12,2 Belo Horizonte 6,0 Fortaleza 8,3 Porto Alegre 7,1 Recife 13,5 Salvador 15,9 São Paulo 9,9 Fonte: Seade/Dieese A taxa média de desemprego ficou em 10,1% em outubro, após registrar 10,6% em setembro, nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30). Segundo a pesquisa, após seis meses em relativa estabilidade, é possível considerar que, em outubro, a taxa de desemprego total diminuiu. No conjunto das sete regiões (Distrito Federal e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), o total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões pessoas, 122 mil a menos em relação no mês anterior. Em setembro (a defasagem é de um mês), no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados variaram 1% e 1,8%, respectivamente, em R$ R$ 1.387 e R$ 1.445. Na análise regional, o salário médio real dos ocupados aumentou em Recife (2,3%, passando a valer R$ 1.025), Belo Horizonte (2,2%, ou R$ 1.391), Fortaleza (1,6%, ou R$ 932), São Paulo (1,0%, ou R$ 1.485), Distrito Federal (0,9%, ou R$ 2.116) e Porto Alegre (0,5%, ou R$ 1.445). Apenas em Salvador foi registrada queda (1,4%, ou R$ 1.001). Região metropolitana de SP Na região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu pelo segundo mês consecutivo em outubro, para 9,9%, sobre taxa de 10,6% em setembro. Em outubro de 2010, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo estava em 10,9%. saiba mais * Desemprego tem leve queda em setembro, diz Dieese O total de desempregados da região foi estimado em 1,066 milhão de pessoas em outubro, 78 mil a menos que em setembro, o que, segundo a pesquisa, resulta da geração de 56 mil ocupações. No período, a taxa de desemprego total caiu no município de São Paulo de 9,8% para 9,3%. Nos demais municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu de 11,7% para 10,6%. Na região do Grande ABC, a taxa registrou o maior recuo, ao variar de 10,0% para 8,7%. Rendimentos sobem Após dez meses consecutivos de redução ou estabilidade, os rendimentos médios reais dos ocupados da região metropolitana de São Paulo registraram alta de 1% em setembro ante agosto, passando a equivaler a R$ 1.485. A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,1% em setembro ante agosto. Já os rendimentos médios dos ocupados em setembro caíram 4,8% ante o observado em setembro do ano passado. A massa de rendimentos diminuiu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado. tópicos: * Dieese, * Seade * * * * * * * * Link Seu nome Seu e-mail Enviar para Comentário 140 caracteres Verificação de segurança Atualizar imagem Digite os caracteres ao lado para enviar Seu Nome Seu E-mail Cidade onde reside UF Gênero M F Assunto Mensagem atualizar imagem Digite as palavras ao lado para enviar sua matéria enviar mensagem Seu voto foi efetuado com sucesso Seja o primeiro a comentar 600 Publicar no:facebooktwitter Digite as palavras ao lado: Atualizar imagem Enviar trocar nenhumafacebooktwitter publicidade Desemprego cai a 10,1% em outubro, aponta Dieese Após 6 meses em relativa estabilidade, taxa de desemprego total diminuiu. Total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões de pessoas. Do G1, com informações da Agência Estado Tweet Comente agora Região Taxa de desemprego (%) Total 10,1 Distrito Federal 12,2 Belo Horizonte 6,0 Fortaleza 8,3 Porto Alegre 7,1 Recife 13,5 Salvador 15,9 São Paulo 9,9 Fonte: Seade/Dieese A taxa média de desemprego ficou em 10,1% em outubro, após registrar 10,6% em setembro, nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30). Segundo a pesquisa, após seis meses em relativa estabilidade, é possível considerar que, em outubro, a taxa de desemprego total diminuiu. No conjunto das sete regiões (Distrito Federal e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), o total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões pessoas, 122 mil a menos em relação no mês anterior. Em setembro (a defasagem é de um mês), no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados variaram 1% e 1,8%, respectivamente, em R$ R$ 1.387 e R$ 1.445. Na análise regional, o salário médio real dos ocupados aumentou em Recife (2,3%, passando a valer R$ 1.025), Belo Horizonte (2,2%, ou R$ 1.391), Fortaleza (1,6%, ou R$ 932), São Paulo (1,0%, ou R$ 1.485), Distrito Federal (0,9%, ou R$ 2.116) e Porto Alegre (0,5%, ou R$ 1.445). Apenas em Salvador foi registrada queda (1,4%, ou R$ 1.001). Região metropolitana de SP Na região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu pelo segundo mês consecutivo em outubro, para 9,9%, sobre taxa de 10,6% em setembro. Em outubro de 2010, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo estava em 10,9%. saiba mais * Desemprego tem leve queda em setembro, diz Dieese O total de desempregados da região foi estimado em 1,066 milhão de pessoas em outubro, 78 mil a menos que em setembro, o que, segundo a pesquisa, resulta da geração de 56 mil ocupações. No período, a taxa de desemprego total caiu no município de São Paulo de 9,8% para 9,3%. Nos demais municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu de 11,7% para 10,6%. Na região do Grande ABC, a taxa registrou o maior recuo, ao variar de 10,0% para 8,7%. Rendimentos sobem Após dez meses consecutivos de redução ou estabilidade, os rendimentos médios reais dos ocupados da região metropolitana de São Paulo registraram alta de 1% em setembro ante agosto, passando a equivaler a R$ 1.485. A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,1% em setembro ante agosto. Já os rendimentos médios dos ocupados em setembro caíram 4,8% ante o observado em setembro do ano passado. A massa de rendimentos diminuiu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado. tópicos: * Dieese, * Seade * * * * * * * * Link Seu nome Seu e-mail Enviar para Comentário 140 caracteres Verificação de segurança Atualizar imagem Digite os caracteres ao lado para enviar Seu Nome Seu E-mail Cidade onde reside UF Gênero M F Assunto Mensagem atualizar imagem Digite as palavras ao lado para enviar sua matéria enviar mensagem Seu voto foi efetuado com sucesso Seja o primeiro a comentar 600 Publicar no:facebooktwitter Digite as palavras ao lado: Atualizar imagem Enviar trocar nenhumafacebooktwitter publicidade

Desemprego cai a 10,1% em outubro, aponta Dieese

Após 6 meses em relativa estabilidade, taxa de desemprego total diminuiu.
Total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões de pessoas.

Do G1, com informações da Agência Estado
Comente agora

Região Taxa de desemprego (%)
Total 10,1
Distrito Federal 12,2
Belo Horizonte 6,0
Fortaleza 8,3
Porto Alegre 7,1
Recife 13,5
Salvador 15,9
São Paulo 9,9

Fonte: Seade/Dieese
A taxa média de desemprego ficou em 10,1% em outubro, após registrar 10,6% em setembro, nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30).
Segundo a pesquisa, após seis meses em relativa estabilidade, é possível considerar que, em outubro, a taxa de desemprego total diminuiu.
No conjunto das sete regiões (Distrito Federal e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), o total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões pessoas, 122 mil a menos em relação no mês anterior.
Em setembro (a defasagem é de um mês), no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados variaram 1% e 1,8%, respectivamente, em R$ R$ 1.387 e R$ 1.445.

Na análise regional, o salário médio real dos ocupados aumentou em Recife (2,3%, passando a valer R$ 1.025), Belo Horizonte (2,2%, ou R$ 1.391), Fortaleza (1,6%, ou R$ 932), São Paulo (1,0%, ou R$ 1.485), Distrito Federal (0,9%, ou R$ 2.116) e Porto Alegre (0,5%, ou R$ 1.445). Apenas em Salvador foi registrada queda (1,4%, ou R$ 1.001).

Região metropolitana de SP
Na região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu pelo segundo mês consecutivo em outubro, para 9,9%, sobre taxa de 10,6% em setembro. Em outubro de 2010, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo estava em 10,9%.

O total de desempregados da região foi estimado em 1,066 milhão de pessoas em outubro, 78 mil a menos que em setembro, o que, segundo a pesquisa, resulta da geração de 56 mil ocupações.
No período, a taxa de desemprego total caiu no município de São Paulo de 9,8% para 9,3%. Nos demais municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu de 11,7% para 10,6%. Na região do Grande ABC, a taxa registrou o maior recuo, ao variar de 10,0% para 8,7%.
Rendimentos sobemApós dez meses consecutivos de redução ou estabilidade, os rendimentos médios reais dos ocupados da região metropolitana de São Paulo registraram alta de 1% em setembro ante agosto, passando a equivaler a R$ 1.485.
A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,1% em setembro ante agosto. Já os rendimentos médios dos ocupados em setembro caíram 4,8% ante o observado em setembro do ano passado. A massa de rendimentos diminuiu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
tópicos:




140 caracteres
Verificação de segurança




Gênero


Seja o primeiro a comentar



600
Publicar no:A
   


Desemprego cai a 10,1% em outubro, aponta Dieese

Após 6 meses em relativa estabilidade, taxa de desemprego total diminuiu.
Total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões de pessoas.

Do G1, com informações da Agência Estado
Comente agora

Região Taxa de desemprego (%)
Total 10,1
Distrito Federal 12,2
Belo Horizonte 6,0
Fortaleza 8,3
Porto Alegre 7,1
Recife 13,5
Salvador 15,9
São Paulo 9,9

Fonte: Seade/Dieese
A taxa média de desemprego ficou em 10,1% em outubro, após registrar 10,6% em setembro, nas sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Seade, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (30).
Segundo a pesquisa, após seis meses em relativa estabilidade, é possível considerar que, em outubro, a taxa de desemprego total diminuiu.
No conjunto das sete regiões (Distrito Federal e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo), o total de desempregados foi estimado em 2,240 milhões pessoas, 122 mil a menos em relação no mês anterior.
Em setembro (a defasagem é de um mês), no conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados variaram 1% e 1,8%, respectivamente, em R$ R$ 1.387 e R$ 1.445.

Na análise regional, o salário médio real dos ocupados aumentou em Recife (2,3%, passando a valer R$ 1.025), Belo Horizonte (2,2%, ou R$ 1.391), Fortaleza (1,6%, ou R$ 932), São Paulo (1,0%, ou R$ 1.485), Distrito Federal (0,9%, ou R$ 2.116) e Porto Alegre (0,5%, ou R$ 1.445). Apenas em Salvador foi registrada queda (1,4%, ou R$ 1.001).

Região metropolitana de SP
Na região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu pelo segundo mês consecutivo em outubro, para 9,9%, sobre taxa de 10,6% em setembro. Em outubro de 2010, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo estava em 10,9%.

O total de desempregados da região foi estimado em 1,066 milhão de pessoas em outubro, 78 mil a menos que em setembro, o que, segundo a pesquisa, resulta da geração de 56 mil ocupações.
No período, a taxa de desemprego total caiu no município de São Paulo de 9,8% para 9,3%. Nos demais municípios da região metropolitana de São Paulo, a taxa caiu de 11,7% para 10,6%. Na região do Grande ABC, a taxa registrou o maior recuo, ao variar de 10,0% para 8,7%.
Rendimentos sobemApós dez meses consecutivos de redução ou estabilidade, os rendimentos médios reais dos ocupados da região metropolitana de São Paulo registraram alta de 1% em setembro ante agosto, passando a equivaler a R$ 1.485.
A massa de rendimentos dos ocupados cresceu 2,1% em setembro ante agosto. Já os rendimentos médios dos ocupados em setembro caíram 4,8% ante o observado em setembro do ano passado. A massa de rendimentos diminuiu 3,0% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
tópicos:




140 caracteres
Verificação de segurança




Gênero


Seja o primeiro a com

 

entar



600
Publicar no:



trocar
publicidade

trocar
publicidade

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Policial que bateu carro em avião para evitar contrabando diz estar orgulhoso Ação ocorreu na terça-feira (1º), em Pontal, região de Ribeirão Preto, SP. Motorista bateu na asa de avião para evitar decolagem em pista clandestina.

30 comentários



O policial federal que, na terça-feira (1º), tomou a decisão de bater o carro em um avião carregado de produtos contrabandeados para evitar a decolagem diz que se sente "muito orgulhoso em poder ter ajudado".  A imagem rodou o mundo: foi vista na Rússia, Estados Unidos, China.
A ação cinematográfica aconteceu em Pontal, região de Ribeirão Preto, SP. O avião estava pronto para fugir. No carro da Polícia Federal, estavam três agentes. Um deles dirigia o veículo. “Quando eles perceberam a nossa chegada, deram ordem para a aeronave arremeter. Tocamos na ponta da asa, para ela perder o equilíbrio e parar”, lembrou o policial.
Os três policiais falaram pela primeira vez com uma equipe de reportagem depois da interceptação da aeronave e voltaram com o Fantástico ao local da operação. Questionado sobre como não perdeu o foco na hora, ele responde: "Até eu fiquei impressionado".
O Fantástico teve acesso com exclusividade a novos trechos do vídeo da Polícia Federal, que mostram o início da operação. Os agentes conversam com outra equipe que está por perto, também de vigilância, até que chega a notícia de que o avião pretende decolar.
Os policiais investigavam a quadrilha havia um mês e já sabiam o dia do pouso da aeronave e a região onde aconteceria. Da estrada, eles avistam uma movimentação no meio do canavial. Duas caminhonetes tentavam impedir a passagem. Nos veículos, estão os criminosos que iriam pegar o contrabando.
“Nós demos prioridade em pegar a aeronave que estava com o produto do crime”, afirmou o policial. Ao se aproximar do avião em movimento, um agente federal se prepara para atirar, mas o colega que dirige o carro a quase 120km/h toma uma decisão. “Vou bater na asa, vou bater na asa. Não atira, não”, diz.
No avião estava só o piloto, que foi preso. “Quando eu conversei com ele, ele disse que nunca imaginava que a gente ia proceder dessa forma. Tinha certeza que conseguiria fugir”, contou o policial.
Mesmo com o vidro do carro destruído, os outros dois policiais perseguem o resto da quadrilha. Quatro suspeitos foram encontrados e presos. A aeronave carregava computadores portáteis, impressoras e câmeras contrabandeadas do Paraguai. O valor da carga era de R$ 200 mil, segundo a Polícia Federal, que investiga agora quem seriam os compradores da muamba. "Eu vi que ia dar para chegar nele [o avião] antes de ele sair do solo. Porque se saísse do solo, já não seria possível. O acidente seria mais sério", conta o policial.
A região de Ribeirão Preto faz parte da chamada “rota caipira” do crime organizado. As grandes plantações de cana-de-açúcar servem de camuflagem para os aviões das quadrilhas. Em sobrevoo de helicóptero, o agente da Polícia Federal que participou da operação mostra algumas pistas clandestinas que existem no meio do canavial, usadas por traficantes e contrabandistas.
“Na região, em um raio de 50 km, temos mais de 20 pistas", apontou o policial. "Nós recebemos denúncias de que, no mínimo, duas vezes por semana, descem aeronaves na nossa circunscrição”.
Nos últimos cinco anos, foram apreendidos 12 aviões na região de Ribeirão Preto. Quatro deles traziam contrabando e oitos traziam drogas.  “Sai a cocaína da Bolívia, Colômbia e Peru. E a maconha, via de regra, do Paraguai. Uma parte fica na região de Ribeirão Preto, outra parte vai para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”, contou o delegado de Polícia Federal Fernando Battaus.
Os agentes federais recebem orientações de como agir em situações como a ocorrida na terça. É uma espécie de manual de interceptação de aeronaves criminosas. "Se ele [o avião] tivesse parado ou iniciando o deslocamento e os policiais estivessem em uma posição em condições próximas, com segurança, para dar tiro onde fica o motor, isso seria feito. O motor pararia de funcionar e a aeronave não sairia mais do lugar", diz o agente.
Ele explica que o carro da polícia bateu do lado esquerdo do avião porque, assim, depois da colisão, o lado do motorista do veículo geralmente fica menos danificado e o agente ainda consegue dirigir. Ele também conta que existe outra tática para quando o carro da polícia fica bem de frente para a aeronave em movimento: “Nós paramos a viatura no meio da pista e os policiais saem dela para não ter risco de se machucar. A opção do piloto foi de tentar a decolagem. Se houvesse um impacto, o impacto vai ser violento, mas aí é uma opção dele”.
O agente da Polícia Federal que interceptou o avião na terça tem 13 anos de carreira e mais de 50 operações de combate ao crime organizado no currículo.  “Na hora, você está com a adrenalina alta e a cabeça focada no fato. Mas, depois, é uma coisa emocionante. Você se prepara para isso, o dia que chega e dá certo, você fica muito feliz”, disse ele.
“Tanto traficantes de drogas como contrabandistas irão pensar duas, três vezes, antes de praticar o crime na nossa região”, afirmou o delegado Fernando Battau.



Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia



                                                                     By:
                                                           Fernando José 

Prazo para saída de estudantes da reitoria da USP termina nesta noite Justiça determinou que alunos devem deixar prédio até as 23h. Assembleia deve ser convocada nesta segunda para decisão.

14 comentários
Alunos se reúnem em frente ao prédio da reitoria da USP (Foto: Juliana Cardilli/G1)Alunos se reúnem em frente ao prédio da reitoria da USP (Foto: Juliana Cardilli/G1)


O prazo dado pela Justiça para que os estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) desde o dia 1º deixem o prédio termina às 23h desta segunda (7). O horário foi determinado no sábado (5), em audiência no Centro de São Paulo da qual participaram representantes dos alunos e da universidade. A USP pediu e conseguiu na Justiça a reintegração de posse.
Nesta manhã, a situação era tranquila no local – poucos estudantes estavam do lado de fora do prédio e muitos ainda dormiam no interior.
O prazo anterior dado pela Justiça para a liberação do prédio era 17h de sábado (5). Entretanto, na audiência, os estudantes alegaram que precisariam realizar uma assembleia para decidir se sairiam do prédio – o que só é feito em dias de semana. Caso os alunos não se retirem, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara de Fazenda Pública, disse que autoriza, "como medida extrema”, o uso de força policial. Ela ressalva, no entanto, que conta "com o bom senso das partes e o empenho na melhoria das condições de vida no campus".
Segundo Vandré Ferreira e Felipe Vasconcelos, que se identificaram como advogados do movimento estudantil, deve ser convocada para esta segunda-feira uma assembleia geral dos estudantes para deliberar quais serão os próximos passos dos alunos. Segundo eles, a ocupação da reitoria foi uma medida de manifestação política.
Os dois afirmaram que o que for decidido pela maioria na assembleia será cumprido – no encontro, deverá ser decidido se a saída dos estudantes se dará de maneira voluntária, e de que forma.
A USP informou nesta manhã que caso os alunos não deixem o prédio da reitoria, haverá o cumprimento da reintegração de posse. Para isso, a universidade precisará notificar a Justiça, que determinará se haverá o uso de força policial ou não para a retirada dos estudantes.
NegociaçõesDurante o encontro de sábado, representantes da USP se comprometeram a promover ligações de luz, internet e água no prédio – os serviços foram cortados na sexta-feira (4) e retomados no sábado. Já os estudantes se comprometeram a preservar o imóvel e deixá-lo limpo.
Representantes da USP afirmaram que a universidade está aberta ao diálogo, mas que só irá negociar as reivindicações dos estudantes depois que eles desocuparem o prédio. Entretanto, a USP já adiantou que não irá rever o convênio entre a reitoria e a Polícia Militar (PM). Entretanto, uma comissão foi formada para discutir o formato da parceria. Já a revisão dos processos administrativos abertos contra alunos, professores e funcionários poderá ser acordada.
Também ficou acertado na audiência que os estudantes que participaram da audiência deste sábado não serão punidos. Já foi marcada para terça-feira (8) uma reunião da comissão de negociação com a universidade para retomar o diálogo – entretanto, esse debate está condicionado à saída dos estudantes no prazo previsto.
Para deixarem a reitoria, os estudantes pedem o fim do convênio da reitoria com a PM, a saída dos policiais do campus e a revisão dos processos abertos pela universidade contra alunos, professores e servidores.
As ocupações da reitoria e de outro prédio, o da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), começaram depois que três universitários foram detidos pela PM com porções de maconha. Estudantes protestaram contra a prisão e houve confronto com a polícia. Após a confusão, um grupo invadiu o prédio da FFLCH, que foi liberado na quinta-feira (3).
Calendário- Os manifestantes divulgaram um calendário com uma série de atividades que devem acontecer nos próximos dias. Nesta segunda, estão previstas panfletagens nos cursos e atos e aulas públicas em frente à reitoria. Na terça (8), os estudantes devem fazer uma mobilização a partir das 14h para uma passeata. Na quarta (9), está prevista uma assembleia geral na reitoria, mas os estudantes não descartam que a data seja antecipada.

















































Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia



                                                                     By:
                                                            Fernando José