O boletim diz ainda que, em 2011, foram eliminados 1,7 milhão de criadores de Aedes aegypti e 2,2 milhões de depósitos com potencial de se tornarem criadouros foram tratados.
Medidas de combate à doença
O prefeito Eduardo Paes, e o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, anunciaram, durante o lançamento do boletim, o aumento no número de agentes de Vigilância em Saúde e dos polos de assistência e hidratação, e a compra de novos carros e equipamentos. Segundo Dohmann, serão criados mais dez polos de assistência funcionando 24 horas por dia.
Segundo o prefeito, em 2011 o trabalho de combate e prevenção à dengue no Rio resultou em mais de 4,5 milhões de visitas de inspeção.
O prefeito Eduardo Paes e o secretário de saúde,Hans Dohmann anunciam aumento no número
de agentes de Vigilância em Saúde
(Foto: Lílian Quaino/G1)
O boletim vai informar a população também sobre as ações de prevenção que estarão ocorrendo nos bairros da cidade, dias e locais por onde passará o fumacê, e locais dos polos de atendimento. O boletim pode ser acessado no site da Secretaria municipal de Saúde e Defesa Civil.
Campanha
Para tentar evitar uma epidemia no estado, a Secretaria estadual de Saúde criou a campanha “10 minutos contra a dengue”, que estimula moradores a gastarem dez minutos de seu dia no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti em suas próprias casas. No dia 5 de outubro, a campanha ganhou um reforço com a criação de uma caravana com profissionais da saúde percorrendo os 92 municípios do estado e discutindo com as prefeituras as diversas formas de combater a doença.
80% dos focos estão em casa
De acordo com a secretaria, o ambiente doméstico concentra 80% dos focos. A campanha traz orientações como ficar atento a calhas entupidas, caixas d’água destampadas, ralos com água da chuva acumulada, pratinhos de vasos de planta. E também alerta para a necessidade de colocar baldes e garrafas com a boca virada para baixo para evitar o acúmulo de água.
Possibilidade de epidemia
No dia 13 de setembro, o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou que há "forte possibilidade de haver uma grande epidemia" de dengue em 2012. Para ele, essa será "talvez uma das piores epidemias da história do estado".
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O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça à saúde pública, segundo especialistas, não somente pelo vírus, que não seria mais perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo, o que aumenta ainda mais a probabilidade de uma pessoa se infectar.
No estado do Rio ela destaca as regiões mais propensas à epidemia de dengue: toda a Região Metropolitana, o Norte Fluminense e a Costa Verde (localidades próximas ao município de Angra dos Reis, no Sul Fluminense).
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