21/12/2011 11h16
- Atualizado em
21/12/2011 11h54
BCE empresta 489 bilhões de euros a 523 bancos
Empréstimos de 3 anos visam aliviar os problemas da zona do euro.
Expectativa é que os recursos estimulem a recuperação das instituições.
Um total de 523 bancos tomaram emprestado 489 bilhões de euros na
primeira oferta de liquidez de três anos realizada pelo Banco Central
Europeu (BCE) nesta quarta-feira (21), dando esperança de que uma crise
de crédito possa ser evitada e que o capital possa ser usado para
comprar dívida da Itália e da Espanha.
Os empréstimos de três anos são a mais recente e ousada tentativa do BCE para aliviar os problemas da zona do euro. A autoridade monetária espera que a liquidez ilimitada de longo prazo tenha uma série de efeitos benéficos, como aumentar a confiança nos bancos, diminuir a ameaça de uma crise de crédito e tentar os bancos a comprar dívida espanhola e italiana.
Os financiamentos foram oferecidos a uma taxa que será a média da taxa básica de juros do BCE nos próximos três anos. Após o corte do mês passado, o juro básico está na mínima recorde de 1%. Para alguns bancos, o dinheiro pode ser mais de 3 pontos percentuais mais barato do que podem conseguir no mercado aberto.
Até agora o BCE havia concedido empréstimos a um prazo máximo de um ano, em 2009. No final de junho daquele ano, o BCE emprestou a 1.121 bancos 442,24 bilhões de euros a uma taxa fixa de 1%, com o fim de facilitar a concessão de crédito a longo prazo.
Outro fator que aumentou a demanda é que os bancos estão agora mais dependentes do que nunca dos fundos do BCE. Na segunda-feira, o BCE afirmou que essa dependência pode ser difícil de ser curada. Os bancos franceses, por exemplo, quase quadruplicaram a tomada de empréstimos do BCE desde junho, para 150 bilhões de euros, enquanto os bancos italianos e espanhóis estão tomando mais de 100 bilhões de euros cada.
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O euro subiu para o maior valor em uma semana frente ao dólar e as
ações da Europa ampliaram a alta depois da operação, que, por ter
recebido uma procura maior do que o previsto, aumentou o apetite por
risco dos mercados.Os empréstimos de três anos são a mais recente e ousada tentativa do BCE para aliviar os problemas da zona do euro. A autoridade monetária espera que a liquidez ilimitada de longo prazo tenha uma série de efeitos benéficos, como aumentar a confiança nos bancos, diminuir a ameaça de uma crise de crédito e tentar os bancos a comprar dívida espanhola e italiana.
Os financiamentos foram oferecidos a uma taxa que será a média da taxa básica de juros do BCE nos próximos três anos. Após o corte do mês passado, o juro básico está na mínima recorde de 1%. Para alguns bancos, o dinheiro pode ser mais de 3 pontos percentuais mais barato do que podem conseguir no mercado aberto.
Até agora o BCE havia concedido empréstimos a um prazo máximo de um ano, em 2009. No final de junho daquele ano, o BCE emprestou a 1.121 bancos 442,24 bilhões de euros a uma taxa fixa de 1%, com o fim de facilitar a concessão de crédito a longo prazo.
Outro fator que aumentou a demanda é que os bancos estão agora mais dependentes do que nunca dos fundos do BCE. Na segunda-feira, o BCE afirmou que essa dependência pode ser difícil de ser curada. Os bancos franceses, por exemplo, quase quadruplicaram a tomada de empréstimos do BCE desde junho, para 150 bilhões de euros, enquanto os bancos italianos e espanhóis estão tomando mais de 100 bilhões de euros cada.
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